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  • Gabriela Mund

Diário de Campo - Semana 1 - NEI Rio das Ostras

Atualizado: 5 de jul. de 2022

Turma: Jardim

Professoras: Cheila Guedes e Lisley Antonio

Data: 13/04

Planejamento:

Objetivos:

- interação, apresentação;

- Iniciar uma construção sobre o nome das emoções;

- transbordar boas vibrações

Uma breve explicação do que sentimos... amor, alegria, medo, vergonha.

Uma breve explicação de que podemos “transbordar” aquilo que existe em nós de maneira alegre, soprando bolinhas de sabão e imaginando as boas coisas voando para os outros dentro das bolinhas sopradas. Nessa brincadeira exploramos o sentido de espalhar boas vibrações e nesse momento é necessário explicar que assim como podemos espalhar coisas boas, também podemos espalhar coisas ruins (que é como se jogássemos lixo nesse lindo parque). O que é melhor espalhar? O perfume e as cores das flores ou o lixo?

Materiais: Bolinha de sabão (Gabriela)


Nosso primeiro dia foi de apresentações. Dois pontos precisam ser levados em conta em todos os nossos encontros. Então precisava explicar o porquê de algumas coisas que seriam sempre iguais:


1- Nos nossos encontros não estaríamos sentados em carteiras ou mesas. Expliquei a eles que assim como na história do Rei Arthur, sentaríamos em roda, simbolizando que não existe ninguém ali melhor do que o outro. Somos todos iguais, cada um com seu conhecimento e sabedoria.

2- A árvore é o nosso símbolo. Nessa árvore existem as 7 cores do arco-íris que são organizadas a cada encontro conforme a sequência do arco-íris: vermelho, laranja e amarelo estão no tronco da árvore. Verde, azul claro, azul escuro e violeta, estão na parte da copa da árvore. Falamos que em todos os seres vivos existem as sete cores do arco-iris e que elas acendem e apagam.


Nesse primeiro encontro falamos das emoções que acendem e apagam as cores vermelha e laranja.


A cor vermelha é muito importante no arco-iris, é a primeira cor. Falamos então de medo e coragem. O medo apaga nossas luz vermelha e a coragem faz a luz acender de novo. Todos quiseram e puderam expor seus medos. As histórias foram ouvidas. Depois das histórias sobre medo de cada um, falamos da coragem de enfrentar os medos, mas alguns lembretes foram feitos:

- por serem ainda pequenos, os medos de bichos (cobras, aranhas, ratos e baratas) não podem ser enfrentados sozinhos. Precisam de um adulto. Um ato de coragem nesse caso pode ser perigoso.

- medo de perder pessoas queridas e animais de estimação também foram muito mencionados.


Chegou a vez do laranja. O laranja é apagado com a culpa e a vergonha. Emoções como essa fazem nosso laranja apagar e ele pode ser aceso de novo com alegria. A alegria é a emoção do laranja e faz essa luz acender. Mas para irmos da culpa e da vergonha e chegarmos na alegria, precisamos perdir desculpas. Muitas vezes desculpas para nos mesmos e não só pra aqueles que “machucamos”. No caso da vergonha, normalmente a desculpa é para nos mesmos.


Depois de falar de emoções e das cores base do arco-íris, foi momento de aprender que podemos espalhar coisas boas por aí. Com bolinha de sabão nos brincamos bastante, imaginando que dentro das bolinhas haviam coisas boas como alegria, amor, amizade, saúde... E assim começamos a entender a força da intenção e da co-criação... brincando.


No final desse encontro começamos um bate papo: as professoras envolvidas e eu. Algumas percepções foram “trabalhadas”, considerando de que o outro é sempre um espelho de mim mesma. Um breve introdução sobre a anatomia energética foi discutida.


Coisas novas estão por vir...


Gabriela Mund













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