• Gabriela Mund

Será mesmo?



Ultimamente ouvimos, lemos, falamos e buscamos as tais crenças limitantes, tudo aquilo que nos impede de atingir o sucesso em alguma parte das nossas vidas. Há todos os tipos de terapia para a lidar com essas questões, sejam elas dessa vida ou de vidas passadas. Trabalhar com elas é desafiador e precisa de muita observação e sinceridade.


Entretanto, pouco se ouve falar das crenças positivas e valores que aprendemos e construímos no decorrer da nossa caminhada, não só dessa vida, mas também das passadas, que de alguma forma ainda estão entrelaçadas na nossa energia.

Obviamente, não trazemos apenas experiências negativas e crenças limitantes. Somos também um conjunto de amores que deram certo, negócios bem sucedidos, doenças curadas e outras inúmeras situações em que vencemos!


Mas aí está a questão: sabemos encontrar aquilo que “cabe” na nossa alma como uma luva? Sabemos quais são os valores que seguimos? Percebemos aquilo que nos faz ir adiante ou desistir de algo? Então... é sobre isso que falo hoje.

Senti necessidade de fazer uma análise aqui dentro daquilo que é bom, e quem tem muito valor. Pude encontrar questões como:


- Melhor se ferrar com uma verdade do que se dar bem com uma mentira;

- Se não pode amar, aprenda a respeitar;

- Não faça ao outro o que não gostaria que fizesse com você;

- Seja você em toda e qualquer situação da vida.


Aí eu parei de olhar para aquilo que me limita, parei de olhar as minhas sombras e passei a olhar essas quatro simples questões. É isso que ensino para meus filhos, mas de fato coloco isso em prática? Será que de fato o que me impede de seguir as vezes são as minhas sombras? Ou será que é a luz que eu apago de propósito quando QUERO ir contra aquilo que creio?


Em meio a tantas perguntas hoje eu resolvi olhar a luz que apaguei por comodidade, por querer algo que não me cabia, por fazer aquilo que achei que ninguém estava vendo, enfim... fiz... mas e de agora em diante? Como vai ser? Quando a luz da consciência se acende, é possível apagar?


Espero que essas palavras que surgiram do coração possam levar todos que lerem essas palavras à essa reflexão: quando é que apaguei e apago a minha luz? E agora que percebi? Posso continuar fazendo de conta que não sei?


EU SOU Gabriela Mund


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